Missão e limites
Objetivo, core business, superfícies, ações permitidas e critério de parada.
Agentes orientados por missão exploram e correlacionam jornadas web e APIs, mantendo identidade, estado, hipóteses e evidências ao longo de toda a investigação. Cada ação acontece dentro de um escopo definido e sob direção de um especialista.
$ berghem-agent init --mode=autonomous> Missão: proteger o ativo crítico definido no escopo> Modelo: arquitetura multimodelo (por tarefa e sensibilidade)> Alvos: web, mobile, cloud, AD, rede, API, containers, CI/CD> Status: Pronto para assessment de segurança autônomo> Iniciando reconhecimento...
Um agente da Berghem não é um scanner nem um “web agent” genérico. Ele recebe uma missão — o ativo crítico que não pode ser comprometido — e investiga as rotas que levam até ele. Durante a investigação, o agente mantém contexto: preserva identidades e estados, compara perfis, formula e prioriza hipóteses, captura evidências e reexecuta testes.
O especialista continua no centro da operação: define a missão e o crown jewel, interpreta ambiguidades, autoriza ações sensíveis e responde tecnicamente pelo resultado. O agente amplia alcance; o especialista preserva o julgamento.
A missão raramente vive em uma única superfície.
Uma jornada começa na aplicação web — login, sessão, uma regra de negócio — segue por uma chamada de API que expõe autorização ou um fluxo sensível, e volta à camada web para confirmar o impacto real na experiência do usuário.
Ao cruzar essas superfícies mantendo o mesmo estado e a mesma identidade, o agente demonstra não só que uma falha existe, mas que ela pode ser encadeada até o core business. É essa correlação entre superfícies que diferencia a investigação de um checklist de vulnerabilidades isoladas.
O Berghem Agents não apenas marca caixas — ele raciocina através de cadeias de ataque como um pentester sênior com 20 anos de experiência.
Mantém a missão e o contexto para encadear condições, correlacionar rotas e reformular hipóteses durante a investigação, dentro dos limites aprovados.
Web, mobile, cloud, Active Directory, rede, API, containers, CI/CD — um único agente cobre toda a sua superfície de ataque.
Não apenas encontra vulnerabilidades — recomenda e valida correções ativamente, funcionando standalone ou totalmente integrado ao seu pipeline de segurança.
de expertise em pentests para as maiores instituições financeiras da América Latina
superfícies principais, com identidade e estado mantidos entre as etapas da jornada
cada ação dentro de limites aprovados, com evidência auditável e aprovação humana
Pentests autônomos que se adaptam à sua infraestrutura e encadeiam vulnerabilidades como um atacante humano.
Vai além da detecção — valida remediações, testa correções e fortalece configurações proativamente.
Implante standalone, integre com seu SIEM ou incorpore em pipelines CI/CD. Funciona onde você precisar.
Não é um teste pontual. Monitoramento contínuo e reavaliação conforme sua infraestrutura evolui.
O diferencial não é controlar um navegador. É manter a missão, selecionar ferramentas, interpretar resultados e reformular hipóteses.
Nem toda tarefa precisa do maior modelo, e nem todo dado pode ser processado no mesmo ambiente.
Objetivo, core business, superfícies, ações permitidas e critério de parada.
Modelos especializados, privados, terceiros autorizados ou modelos no tenant.
Browser, APIs e ferramentas especializadas; mobile em escopos limitados.
Identidades, aprovações, logs, circuit breaker, replay e relatório.
Escopo e acesso são definidos antes da execução. Ações sensíveis exigem aprovação e operações irreversíveis podem ser bloqueadas.
Missão, identidades, domínios, ferramentas, limites e critérios de evidência.
Monitoramento, validação de parâmetros, checkpoints, limite de custo e circuit breaker.
Replay, logs, evidências, retenção, descarte, recomendações e reteste.
Solicite uma demonstração e veja como agentes autônomos de segurança podem transformar sua postura de segurança.
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